Não Vamos Voltar

Nossa luta é por direitos iguais.

Nenhum LGBTQI+ voltará.

Mais que uma canção, um movimento em prol da comunidade LGBTIQ+. Vamos nos unir, estufar o peito de orgulho e cantar pelo amor e direito de existir. E se precisar, também vamos gritar: não vamos voltar. Nem para os armários, nem para as gaiolas e nem para as fogueiras. Sempre fomos resistência. Não é agora que será diferente.

Nathalia Bellar

Cantora

Val Donato

Cantora

Allan Pessoa

Artista

Não vamos voltar

Falta você

Porque não vamos voltar

Temos muitos motivos para não voltar para o mesmo lugar de onde saímos. Ainda falta muito, mas o pouco que se andou já foi uma caminhada.

Casamento Gay

Em maio de 2011, o Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu a união homoafetiva como entidade familiar. Desde então, 15 mil uniões foram registradas, segundo dados do IBGE.

Eleição de candidatos assumidamente homossexuais e transexuais

A presença de políticos homossexuais e transexuais é positiva e sua atuação um importante avanço em direção à defesa de direitos.

Adoção por casais homoafetivos

A primeira adoção de uma criança por casal homossexual no Brasil aconteceu em 2015. Três anos depois, o CNJ mudou o formato da certidão de nascimento do tradicionais “pai e mãe” para “filiação”.

Presença na mídia

Seja na música, novelas, programas televisivos ou mídias sociais, é notório o aumento de representantes da comunidade LGBTQI+. A presença nos meios de comunicação é fundamental, pois dá visibilidade e colabora para inibir estigmas sociais.

Mudança de nome civil e social

Em 2017, o STJ decidiu que transexuais podem mudar o sexo registrado em sua identidade civil sem necessidade de realizar a cirurgia.

Parada do Orgulho LGBT

São Paulo tem a maior parada da celebração LGBT do mundo, segundo o Guinness Book. O movimento se alastrou para diversas outras cidades e capitais. O evento é importante para dar visibilidade e lutar pelos direitos do grupo no país.